MEI: quem não pode ser MEI? Veja o que fazer!

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O MEI é uma das formas mais simples de formalização de pequenos negócios no Brasil, permitindo que profissionais autônomos e microempreendedores abram um CNPJ com menos burocracia e pagando impostos reduzidos. 

No entanto, apesar das vantagens do modelo MEI, nem todas as atividades podem se enquadrar nesse regime.

Neste artigo, você vai entender quem não pode ser MEI, quais são as principais restrições desse modelo e o que fazer caso sua atividade não esteja entre as permitidas.

O que é MEI e quais são as regras para se enquadrar

Antes de entender quem não pode ser MEI, é importante compreender como funciona esse modelo empresarial.

O MEI (Microempreendedor Individual) foi criado com o objetivo de facilitar a formalização de pequenos empreendedores que trabalham por conta própria. Esse modelo permite abrir um CNPJ de forma simples, pagando impostos reduzidos por meio de uma guia mensal chamada DAS.

Entre os principais benefícios de atuar como MEI, podemos destacar:

  • Abertura simplificada de empresa;
  • Pagamento de impostos reduzidos;
  • Possibilidade de emitir notas fiscais;
  • Acesso a benefícios da Previdência Social;
  • Processo de formalização rápido e digital.

No entanto, para se enquadrar como MEI, é necessário cumprir algumas regras estabelecidas pela legislação.

As principais exigências são:

  • Faturamento anual limitado a R$ 81 mil;
  • Exercer uma atividade permitida na lista oficial de CNAEs do MEI;
  • Não ser sócio ou titular de outra empresa;
  • Contratar no máximo um funcionário.

Se o empreendedor não atender a qualquer uma dessas regras, ele não poderá atuar como MEI e precisará optar por outro modelo empresarial.

Quem não pode ser MEI por causa da atividade exercida

Uma das principais razões pelas quais muitos profissionais não podem ser MEI está relacionada à atividade exercida.

A legislação brasileira estabelece uma lista de atividades permitidas para o microempreendedor individual. Essa lista inclui principalmente atividades comerciais, industriais e alguns tipos de prestação de serviços considerados simples.

No entanto, diversas profissões não podem se enquadrar como MEI, principalmente aquelas que envolvem atividades intelectuais ou que exigem formação superior e registro em conselho profissional.

Entre os principais exemplos de profissionais que não podem ser MEI, estão:

  • Médicos;
  • Advogados;
  • Dentistas;
  • Engenheiros;
  • Arquitetos;
  • Psicólogos;
  • Contadores;
  • Veterinários;
  • Administradores.

Essas profissões são consideradas atividades intelectuais regulamentadas por conselhos profissionais, o que impede o enquadramento como MEI.

Por isso, antes de abrir um CNPJ como MEI, é fundamental verificar se a atividade desejada está incluída entre os CNAEs permitidos para esse modelo. 

Caso não esteja, será necessário escolher outro tipo de empresa.

Quem não pode ser MEI por causa do faturamento

Outra situação em que o empreendedor não pode ser MEI acontece quando o faturamento do negócio ultrapassa o limite permitido pela legislação.

Atualmente, o microempreendedor individual pode faturar no máximo R$ 81 mil por ano, o que representa uma média de aproximadamente R$ 6.750 por mês.

Se o faturamento anual ultrapassar esse limite, o empreendedor não poderá continuar enquadrado como MEI. Quando isso acontece, existem duas possibilidades:

  • Se o faturamento ultrapassar o limite em até 20%, o empreendedor ainda poderá permanecer como MEI até o final do ano, mas deverá migrar para outro regime no ano seguinte.
  • Por outro lado, se o faturamento ultrapassar esse limite em mais de 20%, o desenquadramento do MEI acontece imediatamente.

Nessa situação, o empresário precisa migrar para outro tipo de empresa. Esse processo é chamado de desenquadramento do MEI, e deve ser feito para evitar problemas com a Receita Federal.

O que fazer se você não pode ser MEI

Descobrir que não pode atuar como MEI pode gerar dúvidas para muitos empreendedores, mas a boa notícia é que existem alternativas simples para formalizar o negócio.

A principal alternativa para quem não pode ser MEI é abrir uma Microempresa (ME).

Esse tipo de empresa permite que o empreendedor tenha mais liberdade em relação a faturamento, contratação de funcionários e escolha de atividades.

Entre as principais vantagens da microempresa estão:

  • Faturamento anual sem o limite de R$ 81 mil;
  • Possibilidade de contratar mais funcionários;
  • Maior variedade de atividades permitidas;
  • Possibilidade de optar pelo Simples Nacional.

Além disso, a microempresa também pode adotar diferentes naturezas jurídicas, como:

  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU);
  • Sociedade Limitada (LTDA);
  • Empresário Individual.

Esses modelos são amplamente utilizados por profissionais que não podem ser MEI, como médicos, consultores, engenheiros e outros prestadores de serviço.

Diferença entre MEI e microempresa

Para quem descobre que não pode ser MEI, é importante entender as diferenças entre o microempreendedor individual e a microempresa.

Embora ambos sejam modelos voltados para pequenos negócios, existem diferenças importantes entre eles.

  • Uma das principais diferenças está no faturamento: Enquanto o MEI possui limite de R$ 81 mil por ano, a microempresa não possui esse tipo de preocupação.
  • Outra diferença importante está na quantidade de funcionários: O microempreendedor individual pode contratar apenas um funcionário, enquanto a microempresa pode contratar vários colaboradores, dependendo do porte da empresa.
  • Também existem diferenças em relação às atividades permitidas: O MEI possui uma lista limitada de atividades, enquanto a microempresa permite praticamente qualquer tipo de atividade econômica.

Por outro lado, a microempresa exige contabilidade obrigatória e maior controle financeiro.

Conclusão

O modelo MEI é uma excelente alternativa para pequenos empreendedores que desejam formalizar suas atividades com simplicidade e baixo custo. No entanto, nem todos os profissionais podem utilizar esse modelo.

Profissões regulamentadas, atividades intelectuais, empreendedores com faturamento mais elevado ou pessoas que já participam de outras empresas geralmente não podem se enquadrar como MEI.

Nesses casos, a melhor alternativa costuma ser abrir uma microempresa e estruturar o negócio com apoio contábil especializado.

Com planejamento adequado, essa transição pode trazer diversas vantagens, como maior possibilidade de crescimento, acesso a novos mercados e melhor organização financeira.

Se você descobriu que não pode ser MEI e precisa abrir uma empresa da forma correta, conte com o apoio da Pavon Contabilidade.

A equipe da Pavon pode ajudar você a escolher a melhor estrutura empresarial, abrir seu CNPJ rapidamente e organizar sua contabilidade para pagar apenas os impostos necessários.

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